segunda-feira, 19 de outubro de 2009

· Mitos sobre o Linux



Linux é difícil de instalar.Antigamente precisava ter muito conhecimento para instalar, no entanto hoje em dia é muito fácil instalar qualquer distribuição Linux voltada para o público comum (como Ubuntu, Mandriva, OpenSUSE,
Fedora, Xandros, etc). É basicamente clicar em "Instalar" que o o resto é feito automático.Linux é difícil de instalar. MITO.
É muito difícil de instalar programas no Linux. A grande maioria absoluta dos programas se instala via gerenciador de pacotes, entrando em repositórios. Um exemplo é o Synaptic do Debian e derivados (Ubuntu, Mint, Big Linux) ou o "Adicionar/Remover..." do Ubuntu, com eles é só procurar no campo de pesquisa algo que queira instalar e deu, é baixado e instalado automaticamente.

Também é possível instalar programas pelo pacotes referentes a sua distribuição, como .deb é dos derivados Debian e .rpm é dos derivados Red Hat, ou ainda com arquivos .sh ou .run. Tudo instalado com apenas 2 cliques (veja exemplo de instalação na parte sobre esse assunto). Uma certa parcela de desenvolvedores, por preguiça, quem sabe, não pré-compila e não empacota os programas, mas felizmente não são a maioria, certamente você nunca precisará compilar um programa, essa é a excessão que por má fé de muitos é tido como regra, mas não é verdade.



Linux é muito difícil instalar programas. MITO.

Linux é difícil de mexer, é tudo por linha de comando.Linux tem muitos ambientes gráficos pra escolher a vontade, os mais usados como Gnome e KDE não facílimos de mexer, os menus são muitos mais simples e organizados. Não se tem os programas todos jogados na seção "programas", eles estão divididos por categorias. Assim fica muito mais organizado e fácil de achar tudo.E sobre a linha de comando, ela é muito pouco usada, é provável que você nunca precise usar na sua vida inteira.Pra ter uma idéia, distribuição como Ubuntu e Madriva são sinônimos de facilidade.

Línux é difícil de mexer, é tudo por linha de comando. MITO.

Linux é muito feio.Típica afirmação de gente que nunca usou nenhuma distribuição Linux.Os dois mais usados ambientes gráficos já são bonitos por si só, mas podem ser personalizados, aliás,
Linux é altamente personalizável. Pode-se inclusive deixar igual ao Windows ou Mac OS X.

Linux é muito feio. MITO.

Linux não tem programas.O estranho é que na maioria das vezes quem fala isso é usuário comum e é justamente para usuário comum que não faltam programas.Falta programas sim para segmentos específicos, para público seleto, usuários que precisam usar o AutoCAD (engenharia), pacotes de design da Adobe e da Corel, algumas ferramentas jurídicas e para outros fins muitos específicos que terão suas versões lançadas para Linux assim que esse público específico começar a usar mais o sistema.
Linux tem milhares de programas, desde os grátis até os comerciais, dos famosos até os desconhecidos. Só nos repositórios do Ubuntu tem mais de 30 mil pacotes de programas e componentes que podemos ser instalados facilmente com 1 clique.
Se quiser algum player de música e vídeo, Linux tem os melhores, como Amarok, Rhythmbox, Banshee, Audacious, Elisa, Songbird, Mplayer, VLC, Xine, Totem, Real Player e muitos outros. Gravador de CD e DVD tem simplesmente um dos melhores (particulamente acho melhor que o Nero), e de graça, o K3b, também tem o Brasero e muito mais opções, até o Nero se quiser. MSN e mensageiros para multiplos protocolos tem muitas opções como Mercury, aMSN, Emesene, Pidgin, Kopete. Edição e compactação de vídeo tem o Avidemux. E eu poderia ficar falando até amanhã. Até programas do Windows dá para rodar no Linux como Adobe Photoshop, Microsoft Office 2007 e muitos outras graças ao WINE. Dá para conferir com que o WINE é compatível.



Linux não tem programas. MITO.



Linux é de graça, se fosse bom seria pago.
Linux tem um modelo de negócio diferente.
No Windows se ganha dinheiro com produto e suporte, no Linux em sua absoluta maioria se ganha somente com suporte.Isso acontece pois o custo de desenvolvimento do sistema está diluido entre a Fundação Linux, colaboradores independentes e mais de 200 empresas como Red Hat, Novell, IBM, Intel, Oracle, Google, HP, SGI, Cisco, Fujitsu e muitas outras já citadas anterior mente (mais sobre o desenvolvimento).
Além disso o mesmo Linux usado em casa é usado nos mais rápidos supercomputadores da NASA, FERMILAB , CERN e na maioria dos. Então qualidade, poder, estabilidade e robustez é o que não falta. Até o CERN e o FERMILAB desenvolvem suas distribuições Linux e mantêm em conjunto a distribuição
Scientific Linux.



Linux é de graça, se fosse bom seria pago. MITO.



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